Logomarca

Em 1996, o PPGE-FaE/UFMG celebrava seus 25 anos de existência. Por ocasião das comemorações, foi promovido um concurso destinado a selecionar uma logomarca oficial para o Programa, que expressasse “de forma visual suas características básicas”.

O concurso foi estabelecido e ordenado por regulamento próprio, tendo sido amplamente divulgado junto à comunidade acadêmica da UFMG e de outras instituições de ensino, tais como a UEMG – em especial a Escola Guignard –, a PUC-Minas, o Instituto Newton Paiva e o Instituto Izabela Hendrix, além do SESC e do SENAC. A imprensa também noticiou a realização do concurso, registrando-se veiculações no Boletim Informativo da UFMG, nos periódicos Estado de Minas e Hoje em Dia, e até mesmo no MGTV, telejornal da TV Globo.

Boletim Informativo da UFMG, ano 23, n. 1107, 22.05.1996, p. 7

Boletim Informativo da UFMG, ano 23, n. 1107, 22.05.1996, p. 7 (Acervo CEDOC-FaE/UFMG)

Estado de Minas, 20.05.1996, p. 22

Estado de Minas, 20.05.1996, p. 22 (Acervo CEDOC-FaE/UFMG)

De acordo com a ata da reunião da comissão técnica julgadora para a escolha da logomarca, datada de 4 de junho de 1996, o concurso recebeu, ao todo, vinte e duas inscrições. A referida comissão julgadora era formada pelos seguintes professores: Maria Aparecida Paiva Soares dos Santos, então coordenadora do Programa; Lilavate Izapovitz Romanelli, à época representante do Colegiado do Programa; Paulo Bernardo Vaz e Rúbia Roberta Rodrigues, ambos então vinculados ao Departamento de Comunicação Social da FAFICH/UFMG.

Após uma criteriosa análise das propostas apresentadas, a comissão julgadora selecionou a versão idealizada por Wagner Roberto Costa e Silva.

No texto em que defende e explica sua proposta, Wagner esclarece que “a marca apresentada tem como principal característica a valorização de um conceito através de formas básicas e, por que não, primitivas. Formas que nos acompanham desde os primeiros traços que o homem desenvolveu nas paredes das cavernas e, por isso, carregadas de simbolismos.” Em seguida, Wagner aborda o sentido de cada elemento da logomarca, começando pelo quadrado, “forma bruta e sólida, plena de atuação”, que “representa a conclusão de uma etapa.” A seta, por sua vez, “símbolo da dinâmica e do conhecimento, representa um movimento que ultrapassa uma fronteira, atingindo um objetivo a ser conquistado.” E, por fim, o círculo, que “em oposição ao quadrado, representa um grau mais elevado, um novo ciclo, evolução das formas, símbolo do aprimoramento.” Nessa perspectiva, “o conceito da marca é o de representar a necessidade do homem em sempre querer aprimorar-se e repassar a sua experiência em benefício da humanidade.”

Boletim Informativo da UFMG, ano 23, n. 1110, 19.06.1996, p. 4

Boletim Informativo da UFMG, ano 23, n. 1110, 19.06.1996, p. 4 (Acervo CEDOC-FaE/UFMG)